
Narrado por Sócrates no início do livro VII da República, o Mito da Caverna é também conhecido como «Alegoria da Caverna», pois é um construto utilizado pelo personagem Sócrates para ilustrar algo, neste caso, a teoria das Idéias de Platão.
Portal de entrada / saída do complexo - vê-se o canal e a outra margem, de onde nós partimos.
Confessem - esta foto está lindíssima!!! (Eu, modesta? Imagina...)
A última foto antes de entrar no barco - vista do canal,
novamente, com o manguezal junto à praia.
Preparando-se para embarcar - vista do estacionamento.
A caminho do barco - pisando no mangue... na volta, com a maré alta, atracaremos lá em cima - todo este caminho desaparece.
Hehe!!! Euzinha, com o pé na lama! Mulher corajosa é assim... nem atolada perde a pose!!!
Nosso destino, visto do barco... Terra à vista!!!!!
Perguntas De Um Operário Que Lê
(Bertold Brecht)
Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilônia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?
Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas histórias
Quantas perguntas
...
O Trem Comboio d'África
O trem da África corre devagar
E entre savanas e praias
Vai deixando seu pesar
Da janela eu assisto
O Guri pedindo osso
E o Piá gritando por mamá
Rebentos felizes
Vêem o trem passar
Enquanto as pobres perdizes
Choram seu destino
De não ter ossos para pedir
Nem mamá para gritar.
E o trem comboio segue
Sua marcha arrastada
Deixando pela estrada
O apito rasgador
E avisa a toda a gente:
Esperança é fruto de sabor!