sábado, 25 de outubro de 2008

Seios - Adelino Timóteo

Teus os seios sãos, transpirados e cheios de vitalidade, teus os seios resolutos, arrojados e vitalícios a forma como anuem as mãos. Teus os seios anónimos a carcaça das conchas que os abrigam. Teus os seios amaciados e tolhidos como o barro, o barro maleável, manietado das mãos. Entre eles um rio. Percorrem-nos um diafragma. Efémeras as tempestades que lhe ponho. Liso e perfeito a matéria dos seus vidros. Bela a cerâmica e o esmalte deles.

Um comentário:

  1. Hola:

    Acabo de ver tu blog.

    Espero que visites mis blogs, son fotos de mi pueblo, de España y de Italia y Francia:

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    donde encontrarás los enlaces de todos los blogs.

    UN SALUDO DESDE ESPAÑA.

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