quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Poemas - Verônica Aroucha
Quintana, Amigo Velho

Este doce senhor aí em cima é meu amigo velho Mário Quintana. Outro dia, um amigo novo chamou-me a atenção para a ausência do meu outro amigo no blog. O que ele não sabia (o amigo novo) é que o Quintana é mesmo meu amigo.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Amiga Rami
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Encantamento - Clóvis Campêlo

terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Conceição Pazzola - Ave de Arribação
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Carlos Maia
domingo, 3 de dezembro de 2006
Niketche - Paulina Chiziane

Encontrei-a com o rosto manchado de lágrimas, a lamentar um amor perdido, a maldizer sua condição de mulher fraca, estéril de atributos para manter sua cama aquecida e sua honra feminina intacta.
Encontrando-se no fundo do poço do desespero, Rami encontra forças para cumprir o que julga ser sua obrigação, trazer seu marido de volta e salvar seu casamento. Assim, envolve-se em lutas corporais com suas rivais, procura ajuda de curandeiros e igrejas, cursos que ensinam o que é o amor. E, aos poucos, vai se descobrindo mulher.
Não conheço ainda o desenlace da história de minha amiga Rami, porque ela é de papel, protagonista do livro Niketche, escrito por outra mulher fantástica, essa de carne e osso, Paulina Chiziane.
Mas ser «de papel» não faz de Rami menos mulher. Ela é o espelho de muitas de nós, esposas conformadas por fora e desesperadas por dentro, que ainda não se descobriram mulheres. Aliás, o espelho de Rami é seu melhor companheiro, seu melhor amigo, que reflecte sua verdadeira imagem, da mulher bonita, forte e guerreira. Fala com ela e lhe diz verdades doídas, que calam na sua alma e vão trazendo de volta a força que vem da terra, da natureza, aquela força que está em todas nós mulheres, descendentes das míticas amazonas, filhas da Deusa e senhoras do mundo.
Nestes tempos, em que as livrarias estão abarrotadas de livros de auto-ajuda, a boa literatura continua a ser a verdadeira conselheira, a verdadeira amiga. E este novo livro da Paulina é leitura imprescindível a mulheres e homens. Às mulheres, por nos ajudar a lembrar de que barro somos feitas e aos homens para dissipar esta névoa em que os séculos patriarcais nos envolveram.
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Janela aberta da minha alma
Razão da minha razão,
Por que voltas agora
Depois de partir?
Voei para ti,
Tal Ícaro deslumbrado…
E tu, sol-carrasco,
Meus pés plantaste no chão.
Hoje, qual vulcão,
Retornas sem motivos,
Libertando todos
Meus fantasmas cativos,
Farolizas minha vida,
Rasgas as cortinas.
No lugar da alma, fica
A janela aberta, devassada.
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Mito da Caverna

Narrado por Sócrates no início do livro VII da República, o Mito da Caverna é também conhecido como «Alegoria da Caverna», pois é um construto utilizado pelo personagem Sócrates para ilustrar algo, neste caso, a teoria das Idéias de Platão.
terça-feira, 26 de setembro de 2006
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Passeio à Savana - o complexo turístico

Portal de entrada / saída do complexo - vê-se o canal e a outra margem, de onde nós partimos.
Confessem - esta foto está lindíssima!!! (Eu, modesta? Imagina...)

A última foto antes de entrar no barco - vista do canal,
novamente, com o manguezal junto à praia.
Passeio à Savana - a praia
Passeio à Savana - a chegada


Preparando-se para embarcar - vista do estacionamento.
A caminho do barco - pisando no mangue... na volta, com a maré alta, atracaremos lá em cima - todo este caminho desaparece.
Hehe!!! Euzinha, com o pé na lama! Mulher corajosa é assim... nem atolada perde a pose!!!
Nosso destino, visto do barco... Terra à vista!!!!!
Passeio à Savana - a ida II
Passeio à Savana - a ida
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Repente dos guaipecas

Repente dos guaipecas – Guri Tenebroso X Piá Perigoso
Eu sou o Piá
E estou chegando pra arrasar.
Pequeno, mas corajoso,
Eu sou mesmo perigoso!!!
Ei, Piá, não vem, não…
Que aqui quem manda é o Gurizão
Não adianta seres perigoso,
Porque eu sou é mesmo tenebroso!!!
Tá bom, Guri, faço que acredito,
Mas a mãe e o pai já tinham dito
Que eu sou criança indefesa,
Não adianta vir com essa enorme presa!!!
Criança indefesa, até parece…
Teu tempo chega, não te esquece
Que filhote também cresce
E esperar muito, nem carece!!!
Sou criança, filhote, brinco sim,
E espero que tenhas amor por mim,
Mesmo crescido, és meu irmão
E já moras no meu coração!!!
Vamos, então, fazer as pazes agora,
Porque entre bichos o amor não demora,
Temos a alma pura, carinho de graça,
E pra isso, nem precisamos ser de raça!!!
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Brecht e Portinari - combinação perfeita!
Perguntas De Um Operário Que Lê
(Bertold Brecht)
Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilônia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?
Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas histórias
Quantas perguntas
...
sábado, 16 de setembro de 2006
Nova poesia (ou poesia nova)
CALMARIA
Conceição Pazzola
Na casa vazia ao sol clamei
Por luz e calor esquecidos
Em portas e janelas fechadas
Há muito tempo perdidos
Na casa vazia em vão busquei
Por um brilho de teu olhar
Nem as estrelas fulgurantes
Com mil fagulhas radiantes
Poderiam se equiparar...
Clamei na casa vazia, esperei!
Indícios de risos aconchegantes
Nem as musas de belas canções
Com suas vozes mais delirantes
Devolveriam ao seu lugar
Na casa vazia ainda uma vez...
Anseio pelos passos e abraços
Daqueles a quem tanto amei.
Nem os sons mais suaves
Mostraram o mais leve traço
Pela casa vazia ecoa a pergunta
Onde se perderam os meus laços?
Encontro o céu de nuvens juntas
São elas as moradas esparsas?
Procuro agora a fórmula mágica
Capaz de levar-me ao espaço...
sexta-feira, 15 de setembro de 2006
Anjos atraem anjos - para meu amigo OP
Bom… eu tenho muitos anjos a minha volta, uns estão mais perto, outros mais longe, mas todos permanecem ao meu lado, não importa a distância que nos separa.
Este é pra ti, meu amigo anjo! Segue em frente, porque estás na estrada certa! Atraíste mais anjos para o teu lado!
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
Aquela viagem...
O Trem Comboio d'África
O trem da África corre devagar
E entre savanas e praias
Vai deixando seu pesar
Da janela eu assisto
O Guri pedindo osso
E o Piá gritando por mamá
Rebentos felizes
Vêem o trem passar
Enquanto as pobres perdizes
Choram seu destino
De não ter ossos para pedir
Nem mamá para gritar.
E o trem comboio segue
Sua marcha arrastada
Deixando pela estrada
O apito rasgador
E avisa a toda a gente:
Esperança é fruto de sabor!
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Ainda em viagens - Utopias

sábado, 2 de setembro de 2006
As Viagens
Outro dia, assistindo ao canal da National Geographic - que para facilitar a pronúncia dos falantes do português virou NatGeo - chamou-me a atenção o anúncio de um programa que dizia: viagem sem fazer as malas, sem sair do lugar... é um programa que leva os espectadores para os lugares mais fantásticos do planeta através das imagens...
Também se pode viajar ao ler um livro. A imaginação combinada com as referências que o autor faz a certos lugares - quiçá até imaginários - sempre nos transporta como se não existissem barreiras físicas!
Mas há aqueles vajantes do pensamento, aqueles que conseguem, além de visitar os lugares, entendê-los, respirá-los, somente através do pensamento.
E é dentro desta incrível viagem que encontro um poeta-prosador moçambicano, o Adelino Timóteo. Ele faz a nova «literatura de viagens». Tenho comigo seu último livro, que se chama «A Fronteira do Sublime», onde o autor «viaja» e descreve a cidade de Veneza. Em curtas poesias em prosa, Timóteo revela peculiaridades que só um visitante muito atento e sensível conseguiria captar naquela cidade italiana. O interessante é que ele nunca lá esteve.
Abaixo, transcrevo o poema em prosa de abertura deste livro. Se gostarem, podem pedir mais...
1.
Veneza atracada em meu peito. Uma Veneza em mim, com seu ténue perfil efeminado. Está ali. Esperneia-se. Chove-se-lhe o lago que quer que o toque. Uma Veneza em meu leito. Demora-se a olhar-me. Há uma Veneza em mim, algo que seja, pássaro, mulher numa ascensão em cidade, ao mar, verde, azul, uma rosa em seu parco reluzir de oiro. Uma Veneza que é a matéria vil, emerso botão de alegria, emerso círculo de jóias que não disponho, uma Veneza há em mim, às quatro dumas paredes do quarto, ao vivo, ao Sol dos astros candentes opondo-se-me ao vivo. Veneza. Uma Veneza em mim. Perfume empacotado do Oriente. Eis que experimento as suas formas ovais, as planas sobre as digitais, ao leme, à polpa para a aventura. Sigo-lhe as ondulações, as vagas, as vertigens, a ternura. Grão a grão. Gota a gota. Sigo-lhe à intuição amorosa. Pantera, Panda, seu instinto. Entro-lhe. Só com os olhos. Delicadamente, em procissão solene.
(Adelino Timóteo in A Fronteira do Sublime - ed. Associação dos Escritores Moçambicanos, 2006)
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
Poesia datada
TERRA DE CANAÃ
Não, piloto israelita.
Inútil procurares nos incêndios de Beirute
e nos inocentes corpos mutilados pelos estilhaços ardentes
as belas palavras do Cântico dos Cânticos.
E voa mais baixo.
Desce velozmente mais baixo no teu caça-bombardeiro.
Voa mais baixo. Desce ainda mais baixo piloto hebreu.
Desce até Eichman. Voa até ao fundo dos ascos.
Acelera até os motores e as bombas de fósforo
contigo oscularem sofregadamente o chão sagrado.
Foi para este holocausto que sobreviveste
ao teu genocídio nos tempos da Nazilândia?
Achas que é esta a tua ambicionada Terra de Canaã?
Tu achas que assim ganhas a paz na Terra Prometida?
10.8.1982
Datado, não é? Engraçado como parece que foi escrito semana passada, aliás, poderia mesmo! A atualidade é incrível! Isso prova duas coisas:
1) A História é cíclica - sempre acaba acontecendo de novo...
2) A arte NUNCA é datada.
Aí lembrei do meu velho amigo Mário Quintana, que por estes dias anda muito popular nas televisões e jornais, porque estaria completando um século...
Ele dizia...
Poema
Mas por que datar um poema? Os poetas que põem datas nos seus poemas me lembram essas galinhas que carimbam os ovos...
Não que esteja comparando Craveirinha a uma galinha, muito pelo contrário! Só que, se ele soubesse, talvez não tivesse deixado a data embaixo de todos os seus poemas...
domingo, 30 de julho de 2006
Imagens
quinta-feira, 27 de julho de 2006
Hipocrisia!!!
Mas, voltando à hipocrisia - todo dia leio algum comentário novo falando mal do linguajar empregado pelas atrizes na tal novela. «Onde é que se viu??? Falar de sexo assim, tão abertamente!» ou «Oh! Já no primeiro capítulo, a Regina Duarte ficou falando em 'tesão' e 'sexo funcionário-público» (não era bem essa a expressaão, mas dá no mesmo). Hoje o comentário foi sobre - oh! a Ana Paula Arósio pediu para o Edson Celulari fazer «papai e mamãe»!
Ora!!!!! Por favor! Quem é que não sente TESÃO? Quem é que nunca fez ou pediu pra fazer «PAPAI E MAMÃE»???
Estou colocando em letras maiúsculas pra mostrar que NÃO É FEIO! Muito pelo contrário! Sexo é muito bom!
Infelizmente, essa nossa sociedade hipócrita, que se diz antenada com o século XXI, continua com esse tabu multissecular de que sexo faz-se (e somente entre 4 paredes e porta bem trancada) e não se fala no assunto!
Logo numa época em que as mulheres finalmente conseguiram se liberar, dizer aos homens: «Olha, eu não estou gostando assim, que tal aquela outra posição?» ou «Quem está com vontade hoje sou eu...», numa época abençoada em que as mulheres não precisam esperar pela boa vontade masculina e conseguem colocar suas fantasias e vontades pra fora! Agora, vêm com essa hipocrisia de «que horror falar tão abertamente em sexo»!!!!!!!!
Desculpem os mais pudicos, mas chega de hipocrisia, tá?
terça-feira, 25 de julho de 2006
A vida imita a arte?
segunda-feira, 24 de julho de 2006
Para rir, porque nem tudo pode ser tão sério!!!

01.O pai da Malu Mader é o Malu Fader
02. Eu não matei, mandei o Mauricio Mattar
03. Você não tem, mas o Frankstein
04. Eu não vou furar. O Juca Kfouri
05. Aquilo todo mundo vê... Até o Clodovil
06. Todo mundo só morre uma vez, mas a Alanis Morissete
07. Eu pulo do barranco. O Luciano do Valle
08. Você já morou nos EUA? A Marylin Monroe
09. Aquilo que você não queria fazer? A Betty Faria
10. Eu acordo mais tarde. E o Edir Macedo
11. Ninguém queria pagar a conta. A Cassia Kiss
12. Eu pinto paredes. E o Jânio Quadros
13. O marido da Hilda Furacão é o Tony Tornado
14. O Pateta usa o teclado. E o Mickey Mouse
15. Eu escovo os dentes 4 vezes ao dia. E o Joãozinho Trinta
16. Você já esteve na Europa? A Adriana Esteves
17. Eu não fumo. Mas o Celso, Pitta
18. Eu gosto de chá gelado. E o Clark Kent
19. Eu fujo. O Chiquinho Scarpa20.
Você riu dessas piadas sem graça? NÃO? O Damon Hill
sábado, 22 de julho de 2006
Sobre o casamento...
Subitamente, veio, então, na minha cabeça, o trecho de uma música que dizia «quem sabe o príncipe virou um sapo…».
Bom, às vezes acho que o casamento é exactamente isso. Durante o namoro, pensamos ter encontrado nosso príncipe encantado, até sonhamos com ele montado em seu cavalo branco, vindo-nos salvar da torre. Quando casamos, damo-nos conta de que ele simplesmente nos troca de torre, da torre que pensamos estar para a torre do casamento.
Para uma mulher o mundo em que vivemos é muito confuso. Temos dentro de nós aquele romantismo inato – e não adianta dizer que algumas não o têm –, mas crescemos ouvindo que temos de ser independentes, não depender dos homens, ouvindo os conselhos de nossas mães que dizem que todos os homens são iguais e não são confiáveis…
Fica muito confuso quando queremos romance, uma vida cor-de-rosa, sonhamos com um casamento perfeito, cheio de sorrisos, abraços, beijos e a realidade nos faz despencar das nuvens.
De repente, estamos perdidas, sem saber como agir. Será que devemos deixar de lado todo o romantismo da adolescência e viver uma vida comum? Será que de Cinderela temos de passar a Joana D´Arc assim, sem anestesia?
Isso não quer dizer que o casamento seja mau. Estar casada é maravilhoso. Dividir a vida com alguém é o melhor que podemos fazer. Afinal que graça teria sermos independentes, bem sucedidas, sem ter ninguém para dividir nossas alegrias?
A verdade é que somos iludidas com as histórias de Brancas de Neve e Cinderelas. Seria mais apropriado que as meninas do século XXI ouvissem histórias antes de dormir sobre a Erin Brokovich, por exemplo, sobre mulheres que amaram mas não deixaram de viver porque amaram. Construíram uma vida, não esperaram que um príncipe chegasse e as levasse para um castelo onde sua vida seria perfeita. Não existe vida perfeita, não existem príncipes.
Existe, simplesmente, casamento, amor, compreensão, amizade.
E isso é bem melhor do que um castelo cor-de-rosa cercado de muros altos. Um marido é bem melhor do que um príncipe.
E ponto final.
Suicídio da alma... melancólico, mas profundo...
Dia a dia mato um pouquinho mais da minha alma
e a arma é meu pensamento, meu raciocínio.
Não entendo por que não deixo a vida correr,
por que tenho sempre de achar uma lógica, um sentido em tudo.
Seria tão mais fácil simplesmente não pensar,
aceitar as coisas como elas me são ditas.
Lavagem cerebral é um conceito tão ruim, mas torna as coisas tão mais fáceis.
Por que eu não consigo fazer uma lavagem cerebral em mim?
Esquecer tudo, não tentar entender nada.
A vida seria tão mais leve.
Mas não.
Preciso suicidar minha alma, apunhalar meu coração.
Por que essa busca infinita e infrutífera da verdade absoluta?
E por que só procuro uma parte da verdade que não interessa?
Onde está a minha verdade? A minha vontade?
Quero esquecer, quero relevar, deixar rolar,
Mas o grilo falante da consciência grita alto,
As engrenagens do raciocínio não param e, como que enferrujadas,
rangem alto, não me deixam ouvir meus sonhos,
calam meu coração.
E o coitado do coração bate arrítmico,
Ora devagar, ora disparado
E eu penso que vou morrer.
Mas não, meu corpo não morre,
Esse que eu já tentei conscientemente matar
Não morre.
Agora, a alma, aquela que deveria ser imortal,
com todas minhas alegrias e sonhos,
definha, seca como um galho no Inverno.
Troco tudo – alimento o corpo e mato a alma.
Mas, o que é um corpo sem alma?
Quem sou eu?Uma suicida, ponto final
Matéria da Revista Veja - imperdível!
Crueldades de rotina
Walcyr Carrasco
Sobre o remorso...
Prefácio de «Admirável Mundo Novo» (Aldous Huxley)
NOTÍCIAS DE ÁFRICA - Para pensar no Brasil...
1. Será que o tal presidente está abusando do seu poder ou está realmente defendendo o seu povo? (Aqui, não esqueçam de que Mugabe é um DITADOR, que prefere ver seu povo passando fome a deixar de exportar tudo o que o Zimbabwe produz...);
2. Por que, como acontece no Brasil, os governantes - que são responsáveis pelo ensino público - mantêm seus filhos em escolas particulares? Estarão eles reconhecedo que realmente a qualidade do seu trabalho - porque é de organizar o ensino público - é mesmo ruim???
NOTÍCIA RETIRADA DO DIÁRIO DE MOÇAMBIQUE, Sábado, 22 de Julho de 2006 - última página:
MUGABE NAO QUER PAGAR PROPINAS DO SEU FILHO